Em leitura de um artigo da revista VEJA (1º de junho de 11, edição 2219), o qual fala sobre a dificuldade dos pais de hoje em dia em dizer não para os filhos, por terem nascido em lares de permissividade, ou seja, nascidos em um lar que dava liberdade fazia com que os progenitores não conseguissem dar limites a sua prole, por que não sabia o que era isso, me deixou P da vida!!! Ah por favor! Tu não vais saber o que certo ou errado, o que pode e o que não pode depois de adulto?
Que a maioria dos adultos de hoje em dia não sabem dizer não pro seus filhos, eu sei! E que estão formando futuros adultos com baixa tolerância a frustrações, isso está mais do que comprovado, mas dizer por que não tiveram sua base familiar uma postura controladora não sabe educar seus filhos, façam-me o favor!!!
Gente confundir autoridade com autoritarismo, é normal! Ter autoridade como pai e como mãe é nosso dever, para que possamos criar filhos, preparados e coerentes! Ser autoritário já não é isto é uma postura que cabe a cada um, saber exercer sua autoridade sem ser imposta e respeitando o individuo é a grande problemática do assunto. Penso que se colocares limites e regras bem definidas e segui-las tal qual o combinado, teremos uma autoridade sem autoritarismo.
Mas como fazê-lo nos dias de hoje, se a maioria dos adultos quebra regras diariamente na frente de seus filhos no trânsito, por exemplo, como cobrar uma postura se não a damos como referência?
Crianças, jovens aprendem por reprodução de comportamento, se falamos A e fazemos B, logo fica subentendido que se podem quebrar as regras conforme minhas necessidades!
Bom deixo aqui minha consternação ao assunto em questão! Aff!!! Fui Criada num lar autoritário, e acredito que sou um adulto bem resolvido! LIMITES não fazem mal a ninguém! Nunca fez, nem vai fazer... Beijão!
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Muito bom! É isso ae... ainda existe tb aos pais que não dizem não o medo de retaliação do filho, ou algo parecido. Pensam que ao dizer não, ou até mesmo, dizer que erraram para o filho, irá tirar sua autoridade. Acredito que o filho tenha que ver o pai como uma referência, mas não significa que essa referência não possa errar. Ao errar o certo, ao meu ver, é dirigir à cirnã e dizer o erro e mostrar o certo. Já errei, assumi o erro na frente da minha filha e não penso que isso diminuiu o a minha autoridade. Autoridade x autoritarismo, hum... Acredito que a falta de um não justifica o excesso de outro, por outro lado, quando se trata de educação de uma criança, prefiro pecar ao excesso do que pela falta.
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